Programa “Somos Transparentes” promove discussões sobre a crise na comunicação

Inclusão, acessibilidade, autoestima, empatia, segurança. A utilização do material transparente é a solução para resguardar o futuro da comunicação

Comandado pelo jornalista e publicitário Rodolfo Sonnewend, presidente do Instituto Humanus Para Pessoas Com Deficiência, o programa “Somos Transparentes” recebe profissionais das mais diversas áreas para deliberar sobre a falta de políticas públicas para sanar as deficiências desse acessório que tem sido amplamente rejeitado.

É preciso estimular a sociedade a criar empatia para a proteção individual e coletiva, além de garantir que a informação chegue para todas as camadas sociais, principalmente para os deficientes auditivos que hoje somam 10,7 milhões de pessoas onde 60% delas têm idade entre 12 e 35 anos.

Abordando questões que envolvam e promovam a busca pela comunicação facial e gestual, necessárias para que a sociedade continue o seu processo de interação com o próximo, profissionais deliberam sobre a necessidade da comunicação eficaz e segura e as dificuldades impostas pela padronização das máscaras com tecido que  dificultam a respiração, exigem muita dedicação para a higienização.

Sabemos que enfrentaremos um longo período com a necessidade do uso de máscaras, mas não podemos fechar os olhos para os problemas que têm surgido devido a necessidade que as pessoas possuem para lidar com a autoestima roubada pelos tecidos. É preciso discutir sobre as limitações impostas pela padronização com os modelos altamente impostos e que promovem dificuldades na respiração e no campo de visão.

Sabemos que a solução eficaz está no reconhecimento das autoridades que a solução será certificar materiais transparentes permitam a total proteção e a clareza na comunicação para que se tornem aliados constantes para o enfrentamento da pandemia e, com isso, maior agilidade para alavancar a economia.

Sem campanhas de conscientização e com a imposição de materiais que não promovem a qualidade na respiração com a troca de gás carbônico, identificação visual e elevação da autoestima esse acessório essencial para barrar a propagação do coronavírus, com o passar do tempo irá causar sérios transtornos para a saúde física e mental da sociedade.

O cobrir do rosto promove a exclusão social, ocasiona a falta de empatia, inclusão das pessoas com necessidades especiais e de solidariedade pelo próximo, o que levará a humanidade a enfrentar sérios problemas no campo afetivo como os jovens, que  em sua maioria, são tímidos e têm receio de se expor mesmo utilizando a internet para os contatos profissionais, relacionamentos familiares e pessoais. O uso constante de tecidos que cubram o rosto impedirá ainda mais o bom fluir da comunicação verbal refletidos nas dificuldades no uso da voz, do corpo, no rubor que acontece no rosto ou no nó na garganta, na hora de falar diante de um grupo grande de pessoas.

Essa é a proposta do programa “Somos Transparentes”. É necessário encontrar o equilíbrio entre a forma e o conteúdo, a gestualidade, o argumento, a força do uso adequado da voz e do corpo para que a humanidade não perca essas habilidades para manter, propagar e alcançar o entendimento para o crescimento e o sucesso afetivo e profissional.

Deixe uma resposta